Ecce Homo – Ragusa

pe. giovanni, fidei donum


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Bento XVI fala de Dom Luigi Padovese

No Palácio de Esportes Eleftheria de Nicósia, ocasião em foi entregue o Instrumentum Laboris (documento de trabalho) para a Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio, que será realizada em outubro próximo, em Roma o Papa Bento XVI lembrou de Dom Luigi Padovese:

Antes de iniciar, considero imperativo recordar o falecido bispo Luigi Padovese, que, como presidente da Conferência Episcopal Turca, contribuiu para elaboração do Instrumentum Laboris que hoje vos entrego. A notícia de sua morte súbita e trágica, ocorrida na última quinta-feira, surpreendeu e chocou todos nós. Confio sua alma à misericórdia de Deus onipotente, lembrando o quanto ele se empenhou, especialmente como bispo, pela mútua compreensão no âmbito inter-religioso e cultural e no diálogo entre as Igrejas. Sua morte é um lúcido convite à vocação partilhada por todos os cristãos de ser, em qualquer circunstância, testemunhas corajosas de tudo o que é bom, nobre e justo.


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Lisboa Bento XVI: o dia de amanhã está à nossa espera

AOS JOVENS REUNIDOS DIANTE DA NUNCIATURA APOSTÓLICA

SAUDAÇÃO DO PAPA BENTO XVI  Nunciatura Apostólica – Lisboa Terça-feira, 11 de Maio de 2010

 Queridos amigos,

Gostei da participação viva e numerosa dos jovens na Eucaristia desta tarde no Terreiro do Paço, dando provas da sua fé e vontade de construir o futuro sobre o Evangelho de Jesus Cristo. Obrigado pelo testemunho jubiloso que prestais a Cristo, eternamente jovem, e pelo carinho que manifestais ao seu pobre Vigário na terra com esta serenata. Viestes desejar-me a boa-noite, e de coração vo-lo agradeço; mas agora tendes de me deixar dormir, senão a noite não seria boa, e o dia de amanhã está à nossa espera.

Sinto-me feliz por poder unir-me à multidão dos peregrinos de Fátima no décimo aniversário da Beatificação de Francisco e Jacinta. Estes, com a ajuda de Nossa Senhora, aprenderam a ver a luz de Deus nos seus corações e a adorá-la na sua vida. Que a Virgem Maria vos alcance a mesma graça e vos proteja! Continuo a contar convosco e com as vossas orações para que esta Visita a Portugal seja frutuosa. E agora, com grande afecto vos dou a minha Bênção, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Boa noite! Até amanhã.

 Muito obrigado!


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Malta 1950 anos após do naufragio de São Paulo

Sob a nuvem de escândalo e de cinzas vulcânicas, o papa viaja à Malta….http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/04/18/sob-a-nuvem-de-escandalo-e-de-cinzas-vulcanicas-o-papa-viaja-a-malta.jhtm

Bento XVI visita e reza na Gruta de São Paulo em Malta

"Le fatiche apostoliche di Paolo portarono pure una ricca messe nella generazione di predicatori che seguirono le sue orme, e particolarmente nel gran numero di sacerdoti e religiosi che imitarono il suo zelo missionario lasciando Malta per andare a portare il Vangelo in lidi lontani. Sono lieto di aver avuto l’opportunità di incontrarne oggi così tanti in questa Chiesa di san Paolo, e di incoraggiarli nella loro vocazione piena di sfide e spesso eroica. Cari missionari: ringrazio ciascuno di voi, a nome di tutta la Chiesa, per la vostra testimonianza al Signore Risorto e per le vite spese al servizio degli altri. " Bento XVI . Malta 17/4/2010

Apos 1950 anos Naufragio e Viagem Paulo e Bento XVI encontran-se em Malta.

ATOS DOS APOSTOLOS

Paulo e as Vítimas do Naufrágio Permanecem na Ilha de Malta até Primavera (28:1-10)

– O povo da ilha de Malta recebeu as vítimas do desastre e as tratou bem (28:1-2)

Quando Paulo foi mordido por uma cobra, os habitantes da ilha concluiram que ele era um assassino sendo castigado pelos crimes (28:3-4)

Quando eles viram que ele não sofreu nada18, chegaram à conclusão de que ele era um deus (28:5-6)

Públio, o homem principal da ilha, hospedou Paulo e seus companheiros por três dias. Paulo curou o pai dele e muitos outros habitantes de Malta (28:7-10)


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Em Memoria de JPaulo II no V Aniversario do falecimento

http://www.vatican.va/news_services/or/photo/bambini_01/index.html As mais belas fotos de JPII com crianças….
 
 
O que movia João Paulo II era o amor a Cristo,
explicou Bento XVI na Missa presidida hoje por ocasião do 5º aniversário do seu falecimento.

Em um ambiente de grande recolhimento, na Basílica Vaticana, seu sucessor sintetizou a vida de Karol Wojtyla (1920-2005) como um caminho “de caridade, da capacidade de doar-se de forma generosa, sem reservas, sem medidas, sem cálculos”. Roma reviveu a emoção do dia 2 de abril de 2005 – neste ano a data coincide com a Sexta-Feira Santa, motivo pelo qual a lembrança litúrgica foi antecipada –, quando a multidão acompanhou, sob a janela do Papa polonês, seu último alento.

Para esta ocasião, entre os purpurados que estavam ao redor do Altar da Confissão, encontrava-se seu fiel secretário durante 40 anos, o atual cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia, assim como peregrinos dos 5 continentes, especialmente da Polônia, muitos dos quais fizeram fila durante o dia para visitar o túmulo nas grutas vaticanas.Durante a homilia, em meio a um grande silêncio, o Papa explicou o segredo de João Paulo II: “O que o movia era o amor a Cristo, a quem havia consagrado sua vida, um amor sobreabundante e incondicional”.“Foi precisamente porque se aproximou cada vez mais de Deus no amor que ele pôde tornar-se companheiro de viagem para o homem de hoje, derramando no mundo o perfume do Amor de Deus”, acrescentou.Seu sucessor e íntimo colaborador recordou os últimos dias do seu sofrimento: “A progressiva fraqueza física, de fato, não corroeu jamais sua fé rochosa, sua luminosa esperança, sua fervente caridade”.“Ele se deixou consumir por Cristo, pela Igreja, pelo mundo inteiro: seu sofrimento foi vivido até o final por amor e com amor”, sublinhou, acrescentando: “esse amor de Deus, que vence tudo”.O Papa falou em italiano durante a homilia. O único momento em que utilizou a língua polonesa foi para assegurar aos seus compatriotas que “a vida e a obra de João Paulo II, grande polonês, pode ser um motivo de orgulho para vós”.“Mas é preciso que recordeis que esta é também um grande convite a ser testemunhas fiéis da fé, da esperança e do amor, que ele nos ensinou ininterruptamente”, acrescentou na língua vernácula de Wojtyla.  Durante a oração dos fiéis, elevou-se em polonês esta súplica: “Pelo venerável Papa João Paulo II, que serviu a Igreja até o limite das suas forças, para que, do céu, interceda para infundir a esperança que se realiza plenamente participando da glória da ressurreição”. Também se rezou em alemão por Bento XVI, “para que continue, seguindo os passos de Pedro, desempenhando o seu ministério com perseverante mansidão e firmeza, para confirmar os irmãos”.Bento XVI aprovou, no dia 19 de dezembro de 2009, o decreto que reconhece as virtudes heroicas de Karol Wojtyla. O estudo do suposto milagre experimentado por uma religiosa francesa que padecia de Parkinson, atribuído à intercessão de João Paulo II, continua o processo estabelecido pela Congregação para as Causas dos Santos, segundo foi confirmado no mês passado.Ainda que Bento XVI tenha permitido que não esperassem os 5 anos exigidos para começar a causa de beatificação de João Paulo II, o processo está sendo submetido a todas as exigências requeridas para qualquer outro caso, entre as quais se encontra o reconhecimento de uma cura inexplicável por parte de uma comissão médica, reconhecida depois como “milagre” por parte de uma comissão teológica, uma comissão de cardeais e bispos e do próprio Papa.  http://www.zenit.org/article-24494?l=portuguese


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As perguntas a caminho da verdade rumo a felicidade!

XXV JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE  etapa rumo ao próximo Encontro Mundial dos Jovens, que terá lugar no mês de Agosto de 2011 em Madrid,
O tema

Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17)

ecoa nas tantas perguntas do sentido verdadeiro da vida

Jovens… é o momento de vos interrogardes sobre o sentido autêntico da existência, perguntando a vós mesmos: «Estou satisfeito com a minha vida? Ou falta-me ainda qualquer coisa»?  Como o jovem do Evangelho, talvez vós vivais também situações de instabilidade, de perturbação ou de sofrimento, que vos levam a aspirar a uma vida não medíocre e a perguntar-vos: em que consiste uma vida bem sucedida? Que devo fazer? Qual poderia ser o meu projecto de vida? «Que devo fazer a fim de que a minha vida tenha pleno valor e pleno sentido?»

Não tenhais medo Não tenhais medo Não tenhais medo

Não tenhais medo de enfrentar estas perguntas! Longe de vos acabrunhar, elas exprimem as grandes aspirações, que estão presentes no vosso coração. Portanto, devem ser ouvidas. Esperam respostas não superficiais, mas capazes de satisfazer as vossas autênticas expectativas de vida e felicidade.  Para descobrir o projecto de vida que vos pode tornar plenamente felizes, colocai-vos à escuta de Deus, que tem um desígnio de amor sobre cada um de vós. Com confiança, perguntai-lhe: «Senhor, qual é o teu desígnio de Criador e Pai sobre a minha vida? Qual é a tua vontade? Desejo cumpri-la». Estai certos de que vos responderá. Não tenhais medo da sua resposta! «Deus é maior que os nossos corações e conhece tudo» (1 Jo 3, 20)!

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/messages/youth/documents/hf_ben-xvi_mes_20100222_youth_po.html 

 


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O SIM de Maria e o SIM do Sacerdote

 PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas 1,26-38

Naquele tempo, 26o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!”
29Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”.
34Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?” 35O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. 36Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37porque para Deus nada é impossível”. 38Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se.

Meditação de BENTO XVI : Mari e o Sacerdocio (12 de Agostode 2009) http://www.zenit.org/article-22362?l=portuguese
Quando Deus decidiu tornar-se homem no seu Filho, ele precisava do "sim" de uma criatura livre. Deus não age contra nossa liberdade. E sucede uma coisa verdadeiramente extraordinária: Deus se faz dependente da liberdade, do "sim" de uma criatura, espera este "sim". São Bernardo de Claraval, em uma de suas homilias, explicou de modo comovente este momento decisivo da história universal, onde o céu, a terra e o próprio Deus esperam a palavra desta criatura.

O "sim" de Maria é a porta através da qual Deus é capaz de entrar no mundo, fazer-se homem. Então Maria é verdadeira e profundamente envolvida no mistério da Encarnação, de nossa salvação. E a Encarnação, o fazer-se homem do Filho, foi concebida a partir da doação de si; o doar-se com muito amor na Cruz, para tornar-se pão para a vida do mundo. Assim, sacrifício, sacerdócio e a Encarnação caminham juntos, e Maria está no centro deste mistério.

Voltemo-nos agora para a Cruz. Jesus, antes de morrer, vê sob a Cruz a Mãe, e vê o filho amado, e este filho amado é certamente uma pessoa, alguém muito importante, mas é mais: é um exemplo, uma prefiguração de todos os discípulos amados, de todas as pessoas chamadas pelo Senhor para ser "discípulo amado" e, consequentemente, de maneira particular os sacerdotes. Jesus diz a Maria: "Mãe, eis o teu filho" (Jo 19, 26). É uma espécie de testamento: confia à mãe a guarda do filho, o discípulo. Mas também diz ao discípulo: "Eis a tua mãe" (Jo 19, 27). O Evangelho nos diz que, a partir desse momento, São João, o filho amado, levou a mãe Maria “para a sua casa”. Assim é na tradução italiana, mas o texto grego é muito mais profundo, muito mais rico. Podemos traduzir: levar Maria no íntimo de sua vida, de seu ser, eis tà ìdia, na profundidade do seu ser. Levar consigo Maria significa introduzi-la na dinâmica completa da própria existência –não é algo exterior– e em tudo o que constitui o horizonte de seu apostolado. Assim se compreende portanto como a peculiar relação de maternidade existente entre Maria e os sacerdotes constitui a fonte primária, a razão fundamental da predileção que ela tem por cada um deles. Maria os prefere, de fato, por duas razões: porque eles são mais parecidos com Jesus, amor supremo de seu coração, e também porque, como Ele, estão envolvidos na missão de proclamar, testemunhar e dar Cristo ao mundo. Pela própria identificação e conformação sacramental a Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, cada sacerdote pode e deve sentir-se realmente filho amado desta suprema e humilde Mãe. 

O Concílio Vaticano II convida os sacerdotes a olhar para Maria como o modelo perfeito da própria existência, invocando-a como "Mãe do sumo e eterno Sacerdote, como rainha dos Apóstolos, auxílio do seu ministério". E os padres –prossegue o Concílio– "devem amá-la e venerá-la com devoção e culto filial” (cfr. Presbyterorum ordinis, 18). O Santo Cura d’Ars, em quem pensamos em particular neste ano, gostava de repetir: "Jesus Cristo, depois de ter-nos dado tudo que podia dar, quer ainda tonar-nos herdeiros daquilo que ele tinha de mais precioso, sua Santa Mãe" (B. Nodet, Il pensiero e l’anima del Curato d’Ars, Torino 1967, p. 305). Isso vale para cada cristão, para todos nós, mas de modo especial para os sacerdotes. Queridos irmãos e irmãs, rezemos para que Maria volte-se para todos os sacerdotes, em todos os problemas do mundo de hoje, conforme à imagem de Seu Filho Jesus, dispensadores do inestimável tesouro de seu amor de Bom Pastor. Maria, Mãe dos sacerdotes, rogai por nós!


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Ramos: Ecoam as perguntas da Juventude no coração do Papa

Que devo fazer? Estou satisfeito com a minha vida? Ou falta-me ainda qualquer coisa. …em que consiste uma vida bem sucedida? Que devo fazer? Qual poderia ser o meu projecto de vida? «Que devo fazer a fim de que a minha vida tenha pleno valor e pleno sentido? Não tenhais medo de enfrentar estas perguntas!
o Jovem encontrou Jesus.
 

Com confiança, perguntai-lhe: «Senhor, qual é o teu desígnio de Criador e Pai sobre a minha vida? Qual é a tua vontade? Desejo cumpri-la». Estai certos de que vos responderá. Não tenhais medo da sua resposta! «Deus é maior que os nossos corações e conhece tudo» (1 Jo 3, 20)!Neste Ano Sacerdotal, gostaria de exortar os jovens e adolescentes a estarem atentos para ver se o Senhor os convida a um dom maior, no caminho do sacerdócio ministerial, e a tornarem-se disponíveis para acolher com generosidade e entusiasmo este sinal de predilecção especial, empreendendo, com a ajuda de um sacerdote, do director espiritual, o necessário caminho de discernimento. Depois, não tenhais medo, queridos jovens e queridas jovens, se o Senhor vos chamar à vida religiosa, monástica, missionária ou de especial consagração: Ele sabe dar alegria profunda a quem responde com coragem. E, a quantos sentem a vocação ao matrimónio, convido a acolhê-la com fé, comprometendo-se a lançar bases sólidas para viver um amor grande, fiel e aberto ao dom da vida, que é riqueza e graça para a sociedade e para a Igreja.

«Que devo fazer para alcançar a vida eterna?»

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