Ecce Homo – Ragusa

pe. giovanni, fidei donum

A Beleza Da SS.ma Trindade na vida dos santos e santas de Deus

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Talves poderiamos ajudar os nossos irmaos e irmas testemunhas de Jeová a da valor a SS.ma Trindade apresentando e convidando a conhecer a vida dos Santos e Santas; isto é os amigos e amigas de Deus!  http://www.paginaoriente.com/santos/elisabete.htm
 

Beata Elisabete da SSma. Trindade

Elisabete da Trindade é uma jovem carmelita descalça, cheia de vida e de entusiasmo. Ao longo dos seus 26 anos de vida, soube vivenciar o mistério da Trindade que habita no coração humano.  Elisabete nasceu em um acampamento militar, no campo de Avor, perto de Bourges, França, pois seu pai era capitão do exército francês. Desde muito cedo Elisabete mostrou ser uma criança turbulenta, muito viva, faladora, precoce e de temperamento colérico. Sua mãe conta: “ Quando tinha apenas 1 ano, já se manifestava  sua natureza ardente e colérica”. Sua irmã chega mesmo a dizer que era tão violenta que os familiares a ameaçavam enviar para uma casa de correção. No entanto, sua mãe, atenta, soube modelar a fúria de Elisabete e fazer sobressair nela a ternura. E de tal  maneira a ternura ganhou terreno que o maior castigo de Elisabete acontecia quando sua mãe, à noite, se despedia dela sem lhe dar um beijo. Então, Elisabete compreendia que não tinha se portado bem, e, meditando fazia exame de consciência e corrigia-se. Ainda Elisabete era uma criança quando a família se mudou para a cidade de Dijon. Aqui Elisabete, com apenas 7 anos e 2 meses, perdeu o pai tão querido que a morte lhe roubou.

                                              O dia da primeira comunhão, a 19 de abril de 1891, foi “o grande dia” da vida de Elisabete, tinha então 10 anos, pois nascera no dia 18 de julho de 1880.  Chora de alegria. Ao sair da igreja, ao descer as escadas diz à sua amiguinha Marie-Louise Hallo: “ Não tenho fome, Jesus saciou-me” …

                                              Estudou piano desde os 8 anos de idade no Conservatório vindo a tornar-se uma “excelente pianista” segundo a expressão do seu professor de música. Participou em concertos organizados, e, os jornais falaram do seu grande talento ainda mal a menina chegava aos pedais do piano. Entre as músicas e os festivais, entre os bailes, as férias e as diversões foram decorrendo os anos de Elisabete.     Estava perto dos  catorze anos de idade quando se sentiu  irresistivelmente atraída por Jesus. Escreve futuramente: “ Ia fazer catorze anos, quando um dia, durante uma ação de graças, me senti irresistivelmente inspirada a escolher Jesus como único esposo e imediatamente a Ele me liguei por um voto de virgindade. Não nos dissemos nada, mas entregamo-nos um ao outro de tal maneira que a resolução de lhe pertencer totalmente tornou-se em mim ainda mais definitiva”.  Aos 18 anos sua mãe pretendeu casá-la  com esplêndido noivo, mais Elisabete responde: “ o meu coração já não está livre, dei-o ao Rei do reis, já dele não posso dispor”. O desgosto da mãe foi grande.  Mas foi mais  amargo quando soube que Elisabete queria entrar para o Carmelo, onde tantas vezes  tinham entrado e que ficava ali apenas 200 metros de sua casa. Entre lágrimas a  mãe apenas consentiria na entrada do filha no Carmelo quando essa alcançasse a maioridade, aos 21 anos de idade.   A rapariga vai regularmente visitar a prioresa Maria de Jesus. Ali encontra também o padre Vallée, superior dos dominicanos de Dijon, que a encoraja muito:  “Elisabete espera com todo o seu coração os seus 21 anos: então poderá subir essa montanha solitária que parece um cantinho do céu”.  Certo dia Elisabete declara: “ Se soubésseis tudo o que sofro ao ver minha querida mãe desolada ao aproximarem-se os meus vinte e um anos…. Ela sofre várias influências: um dia diz-me uma coisa, no dia seguinte é o contrário…. Como é doloroso fazer sofrer aqueles que amamos, mas é por Ele! Se Ele não me ajudasse, em certos momentos pergunto o que seria de mim, mas Ele está comigo, e com Ele tudo posso”. E escreve ainda:

Oh !

Depressa responderei ao teu

chamamento, dentro em pouco

serei toda sua, dentro em breve

direi adeus a tudo o que amo.

Ah !, o sacrifício já esta feito,

 o meu coração está desligado de

tudo, nada lhe custa fazer por

Ti.

Mas há um sacrifício doloroso

ao meu coração,

um sacrifício para o qual Te

peço para me ajudares:

é a minha mãe, a minha irmã.

Estou feliz por ter um

verdadeiro sacrifício para Te

oferecer.

Porque Tu, cumulaste-me de

presentes e eu, que tenho para

te trazer ?

Tão pouca coisa e esse pouco,

é ainda um dos teus dons.

Ah ! Pelo menos ofereço-te um

coração  que a nada mais

aspira senão a partilhar os Teus

sofrimentos, um coração que só

vive para Ti, que só te quer a Ti

que há tantos anos só aspira a

ser Teu…

                                                No dia 2 de agosto de 1901, Elisabete entra definitivamente nessa bela montanha do Carmo que pela sua solidão e beleza atrai irresistivelmente. A partir de então o seu nome será Irmã Elisabete da Santíssima Trindade. “ Gosto tanto do mistério da Santíssima Trindade ! É um abismo no qual me perco. Deus em mim, eu n´Ele. É o grande sonho da minha vida. Para uma carmelita viver é estar em comunhão com Deus desde a manhã até à noite, e desde a noite até de manhã. Se Deus não enchesse as nossas celas e os nossos claustros, oh!, como tudo seria vazio ! Mas é Ele que enche toda a nossa vida fazendo dela um céu antecipado”.

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